Ao sermos recebidos na Balsa dos Amieiros senti a necessidade de agradecer e prestar homenagem ao espírito deste lugar. Desenhei com cal procurando entrar em comunhão com as pedras guardiãs de memórias desta montanha sagrada, hoje conhecida como Monchique.
Em 2017 pintei os “ossos” das antigas oliveiras que aqui arderam em 2010 como homenagem às árvores que outrora incorporaram e a todas as que ardiam nesse ano no norte do nosso país.














