Desenhar do prazer que vem de dentro, movido pela necessidade interior de dar forma àquilo que não cabe dentro do meu corpo, para transbordar a beleza que me toca ao longo dos caminhos do dia a dia.
Dar voz ao mundo que se desenha à minha volta, que desenho na vida ou sou desenho na vida dos outros, com quem me cruzo, em quem toco ou sou tocada com o corpo, ou com o olhar.
Deixando as linhas fluir para a superfície do papel como se fossem o meu sangue a desenhar o que sente à medida que flui através do corpo, ligando todos os orgãos aos olhos, captando imagens focadas e desfocadas ao longo dos percursos em que caminho e atravesso em tempos exteriores e interiores.
Desenhar para criar ligações(internas e externas) entre pessoas e objectos, tempos e espaços…
Os fios do desenho estão aqui para servir a necessidade de ligar as portas que dão acesso à beleza (belo é o que é verdadeiramente inesperado) através da contemplação.
Desenhar é olhar com tempo para o corpo interior e para o corpo exterior de um modo quase simultâneo, procurando a linha que se estende e liberta vinda do interior para o exterior e do exterior para o interior a caminho do ponto mágico onde se cruzam, fundem e dissolvem…
Desenhar o caminho: de dentro para fora e de fora para dentro.
Desenhar o caminho ou ser desenhada pelo caminho?
Deixando as linhas fluir para a superfície do papel como se fossem o meu sangue a desenhar o que sente à medida que flui através do corpo, ligando todos os orgãos aos olhos, captando imagens focadas e desfocadas ao longo dos percursos em que caminho e atravesso em tempos exteriores e interiores.
Desenhar para criar ligações(internas e externas) entre pessoas e objectos, tempos e espaços…
Os fios do desenho estão aqui para servir a necessidade de ligar as portas que dão acesso à beleza (belo é o que é verdadeiramente inesperado) através da contemplação.
Desenhar é olhar com tempo para o corpo interior e para o corpo exterior de um modo quase simultâneo, procurando a linha que se estende e liberta vinda do interior para o exterior e do exterior para o interior a caminho do ponto mágico onde se cruzam, fundem e dissolvem…
Desenhar o caminho: de dentro para fora e de fora para dentro.
Desenhar o caminho ou ser desenhada pelo caminho?
“Há momentos mágicos em que o que está dentro de nós e o que está fora de nós se une;
é o “acaso objectivo”, e estes momentos são preciosos na existência,
há pessoas que chamam a isto Deus…”
Manuel Resende
é o “acaso objectivo”, e estes momentos são preciosos na existência,
há pessoas que chamam a isto Deus…”
Manuel Resende
“A Lua num velho Balde. O Satori, o despertar para a consciência de Buda, a iluminação,
segundo as doutrinas do Zen, surge na ocasião de um acontecimento inesperado,
dum acaso, nos espíritos preparados para os acolher…”
In contos Zen
segundo as doutrinas do Zen, surge na ocasião de um acontecimento inesperado,
dum acaso, nos espíritos preparados para os acolher…”
In contos Zen















